sábado, 25 de outubro de 2014

PRESERVAÇÃO: UMA NECESSIDADE









                       Nos últimos tempos um dos assuntos de maior repercussão na mídia é a questão da sustentabilidade. Devido a isso, a preocupação das empresas com um crescimento acompanhado da preservação dos recursos naturais e as políticas de conscientização e incentivo financeiro, para preservação do meio ambiente, têm aumentado consideravelmente.

                        Apesar de o mercado capitalista visar sempre a maior quantidade de lucro possível, muitas empresas estão percebendo que para conseguir manter seu crescimento, será necessário adaptar alguns conceitos e passar a cuidar mais dos recursos da natureza. Um bom exemplo disso é a utilização de energia de fonte renovável, que tem crescido muito nos últimos tempos.

                         A questão da sustentabilidade tem se tornado tão importante que governos de muitos países estão preocupados com a criação de políticas de incentivo à preservação do meio ambiente, através de investimentos em melhorias e programas de conscientização.

                          Se essas atitudes em favor da natureza continuarem acontecendo e forem, cada vez mais, levadas a sério por políticos e empresários, isso permitirá que as próximas gerações continuem utilizando conscientemente os recursos naturais que são extremamente importantes para a sobrevivência humana.


Vânia Scalabrin















































sábado, 18 de outubro de 2014

PRODUTO TRANSGÊNICO: Vilão ou Mocinho?


                        Sabe-se que houve um período polêmico para a liberação do plantio do produto transgênico (produto geneticamente modificado) e a empresa Monsanto conseguiu a liberação. Atualmente cobra royalties para liberar as sementes modificadas a outros interessados.

                        Após, houve a obrigatoriedade em informar a população de que o produto é transgênico, marcando no rótulo da embalagem (um símbolo e/ou dizeres) para que a população decidisse na compra do produto ou não.

                        Conversando com algumas pessoas e até com uns proprietários de mercadinhos sobre o símbolo, uns não sabiam do significado e outros nunca verificaram os rótulos dos produtos por considerarem isso irrelevante.

                         Será que os restaurantes já pensaram na possibilidade de informar aos consumidores se os produtos usados são transgênicos?

                         Em alguns países, entre os quais Alemanha, Áustria e Bulgária, o plantio e a venda é proibido. Será que o Brasil tem uma cultura melhor e mais respeitosa para acreditar que os produtos modificados não podem trazer problemas na saúde futuramente?


Guido Scalabrin

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

MUDANÇA NA ORTOGRAFIA ?


                       Há um projeto de simplificação da ortografia da língua portuguesa no Brasil tramitando no Senado, em que se passa a escrever conforme se fala. Não conheço o projeto, mas se for simples, sem limites e regras claras, torna-se mais complicado do que usamos hoje.

                       Não sei de quem é o projeto e o que levou a colocá-lo para aprovação no Senado, mas não acredito que ajudaria na educação, a não ser que seja para diminuir o analfabetísmo brasileiro com estatísticas educacionais.

Guido Scalabrin.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

IMPUNIDADE E FALTA DE LIMITES CUJO INÍCIO VEM DA MÁ-EDUCAÇÃO QUE VIROU MODA !

                     Sempre gostei de assistir a jogos no estádio, assim, acompanho as mudanças ano após ano no comportamento das torcidas, como por exemplo o desrespeito aos hinos (já relatei em texto no blog).
                Ultimalmente a polêmica é o racismo nos estádios, como ocorreu na última 5ª feira e domingo no jogo do Grêmio.
                 Por ser a minoria da torcida que pratica o racismo nos estádios, uma sugestão seria a união de jogadores e a maioria dos torcedores que abafariam os que ainda não estão conscientes no respeito as diferenças, com vaias no momento em que algum torcedor praticar o racismo.
                 A mídia ajudaria muito se não divulgasse tanto o ato de racismo, pois acredito que alguns o fazem para aparecer porque sabem que não  acontece punições severas.
                  Convivência exige respeito, senão há o caos.



   Guido Scalabrin.                       

domingo, 3 de agosto de 2014

A PESCARIA


                          "Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago.
                           A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
                           O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
                            Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia peixe exausto da água.
                            Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada.
                            O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite...
                             Ainda faltavam quase duas horas para a abetura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
 - Você tem que devolvê-lo, filho!
 - Mas, papai, reclamou o menino.
Vai aparecer outro, insistiu o pai.
Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações à vista.
Voltou novamente o olhar para o pai.
Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável.
Devagar, tirou o anzol  da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele.
Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido.
O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.
Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
Porém, sempre vê o mesmo peixe todas as vezes que depara com uma questão ética.
Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.
Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa.
A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando.
Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA."