terça-feira, 4 de outubro de 2016

PARCELAR SALÁRIOS DE POLÍTICOS: FARIAM GREVE ?

                   A falta de recursos nos governos atuais começou na nossa tão esperada democracia.
               Na década de 70/80 o número de partidos, secretarias, ministérios e estatais eram em número bem menor do atual momento, consequentemente com custos bem menores.
                Conforme o aumento na quantidade de partidos, houve o aumento de custos com fundo partidário, ccs, estatais, ministérios e secretarias para acomodar partidários das coligações.
                 Não houve a preocupação no aumento das despesas e na falta de recursos, sempre resolviam com aumento de impostos e empréstimos, deixando a situação caótica de recursos nos dias de hoje.
                  Os políticos nunca sofrem os problemas que servidores públicos estão passando como da segurança, saúde e educação com o parcelamento dos salários.
                   É necessária uma grande e verdadeira reforma política para que seja diminuído os custos e assim eliminar a necessidade de parcelar salários dos funcionários públicos, que tanto prejudica não só os funcionários como a população.          

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

MORADORES DE RUA


                   Toda cidade deve estar organizada, estruturada e melhorando seu aspecto visual sempre que possível, assim atenderá bem seus moradores, trabalhadores e turistas, que, ao irem embora, levam boas impressões, trazendo, dessa forma, novos turistas.

                    Em Porto Alegre foi uma longa e difícil resolução para os camelôs e foi criado o camelódromo (Centro Popular de Compras), mas que, infelizmente, hoje ainda vemos camelôs em diversos pontos no centro de Porto Alegre.

                     Agora, vemos um problema muito mais sério e preocupante, é o caso dos moradores de rua. São muitos, diversos motivos e lugares, não sei se existe um levantamento de quantidade e motivo por estarem na rua, mas precisa ser encontrado uma solução que seja favorável para tais moradores, para os comerciantes e trabalhadores.

                      Na atual situação, por exemplo, a dos moradores do viaduto da av.Borges de Medeiros (Viaduto Otávio Rocha), fica difícil uma solução sem saber quantos e quem são, se trabalham ou não e quem tem residência, para que sejam encaminhados a abrigos populares ou às suas residências.

                       Em primeiro momento precisa ser controlado, não permitindo o aumento e fazendo um cadastro geral de todos moradores de rua e como sugestão fazer alojamentos em alguns pontos de Porto Alegre permitindo que tenham uma melhor situação mesmo que provisória, embora sabendo-se de antemão que é muito difícil, acredito que é possível e no final todos esses sujeitos, que estão "atirados à própria sorte", serão beneficiados e a cidade com "ar" de cidadã.

Guido Justino Scalabrin

quarta-feira, 2 de março de 2016

O FUNERAL DO VÍCIO DO CIGARRO




Ao ler artigo no jornal e aceitando a sugestão do escritor Antônio Carlos Côrtes, publíco o texto para uma ajuda na divulgação.
Baseado no livro Viver Para Contar do festejado e acatado escritor colombiano Gabriel García Márquez tenho a intenção do diálogo, como o fez o não menos competente escritor brasileiro Rubem Alves. Gabo, como Márquez era conhecido, relatou a sua conexão ao cigarro e, como e por que conseguiu parar de fumar. Eis a lição do brilhante colombiano das letras:

" Eu estava proibido de fumar por causa da pneumonia, mas fumava no banheiro, como que escondido de mim mesmo. O médico percebeu e falou sério comigo, mas não consegui obedecê-lo. Já em Sucre, enquanto tratava de ler sem pausa os livros recebidos, acendia um cigarro com a brasa do outro até não poder mais e, quanto mais tentava abandonar o cigarro, mais fumava.
Cheguei a quatro maços diários, interrompia as refeições para fumar e queimava os lençóis quando dormia com o cigarro aceso. O medo da morte me despertava a qualquer hora da noite, e só fumando mais conseguia superá-lo, até eu decidir que preferia morrer a parar de fumar. Mais de 20 anos depois, casado e com filhos, eu continuava fumando. (...) Numa noite, durante um jantar casual em Barcelona, um amigo psiquiatra explicava a outras pessoas que o tabaco talvez fosse o vício mais difícil de erradicar.E me atrevi a perguntar qual seria no fundo, a razão, e sua resposta foi de uma simplicidade assustadora: 'Porque, para você deixar de fumar, seria como matar um ente querido'. Foi uma deflagração de clarividência.
Nunca soube e nem quis saber a razão, mas esmaguei no cinzeiro o cigarro que acabava de acender e não torneia a  fumar mais nenhum, sem ansiedade e nem remorso pelo resto de minha vida".  

Guido Scalabrin.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

NATAL E FINAL DE ANO


             CLIENTES, AMIGOS E LEITORES

              Não foi um ano bom para o blog, muito pelo contrário, regrediu. Não foi por falta de assunto, pois foi um ano de muitos assuntos, na minha opinião infelizmente a maioria negativos. Espero reativá-lo no próximo ano.

              No momento não posso deixar de registrar o desejo de um feliz natal e que o ano novo seja paz, saúde e alegrias a todos.

               Muito obrigado.

Guido Scalabrin

sábado, 5 de dezembro de 2015

CURIOSIDADES SOBRE ANÍBAL




                         Nesta data (21/06), o general cartaginês derrotou um exército romano em 217 a.C., no Lago Trasimeno.

                         ' Hannibal ad portas'
                         1 - O general cartaginês gerou tanto medo com suas vitórias militares sobre Roma que a expressão em latim "Hannibal ad portas" (Aníbal nos portões!) passou a ser usada por pais que queriam  fazer os filhos se comportarem e botar ordem em casa. Ela apareceu em escritos do historiador Cícero.

                           Cego de um olho
                          2 - Em dado momento na península italiana, Aníbal precisou atravessar um extenso pântano para chegar à região central. Em marcha forçada durante quatro dias e três noites,sem dormir, ele acabou pegando no pântano uma conjuntivite, que levou à cegueira em seu olho direito.

                            A maior batalha
                           3 - Depois de vencer duas batalhas no caminho para Roma, Aníbal se defrontou em Canas com um exército romano estimado pelos historiadores em cerca de 80 mil homens.
Com a metade desse número,mas com estratégia superior, o general cartaginês inflingiu uma derrota fragorosa ao inimigo, que perdeu mais de 53 mil soldados.

                              Exílio e suicídio
                            4 - Mesmo com todas as vitórias, Aníbal acabou derrotado por Roma na batalha de Zama e voltou para Cartago. Anos depois, se exilou na Ásia Menor. Perseguido pelos romanos, decidiu suicidar-se tomando o veneno que levava num anel.
Numa carta, disse que era hora de "livrar os romanos de sua ansiedade".