segunda-feira, 28 de julho de 2014

O FURO NO BARCO


                                 Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.
                                  Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um fazamento e decidiu consertá-lo.
                                  Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
                                  No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque.
                                   O pintor ficou surpreso: O senhor já me pagou pela pintura do barco! - disse ele.Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco. Ah!, mas foi um serviço tão pequeno...Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
                                   Meu caro amigo, você não compreende. Deixei-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria.
                                   Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagina meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos.
                                    Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida dos meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa ação.
                                    Não importa para quem, quando ou de que maneira, mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.

                                                                                                  (Autor desconhecido)

sexta-feira, 27 de junho de 2014

LEI MENINO BERNARDO ( Lei da Palmada )


                        É certo que não existe uma regra única na educação dos filhos e que em certas famílias nem regra existe.

                         O melhor seria não haver a palmadinha como era comum antigamente ( e pouco usada nos dias de hoje ), pois com uma boa conversa e diálogo pode-se educar, mas, quando necessário, a palmadinha ajuda na correção.

                          O problema está no uso da brutalidade, da agressão, enfim dos maus-tratos que acabam por traumatizar a criança e prejudicá-la no seu futuro, mas para isso já existem leis suficientes para que a justiça faça as punições devidas, tanto para os pais como para qualquer adulto que maltrate crianças.

                           A Lei Menino Bernardo extinguindo a palmada é uma intromissão nas famílias que a usam quando necessária na educação de seus filhos. Nos dias de hoje já é grande a dificuldade em educar os filhos devido a preocupação com drogas e segurança diária dos filhos, além de tudo que a tecnologia proporciona criando armadilhas na inocência delas.

                            O que leva os políticos a deixarem projetos de extrema necessidade parados, sem discussão e votação para preocuparem-se com projetos que nem deveriam entrar em análise?




Guido Scalabrin.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

CURIOSIDADES NOS SIGNIFICADOS DOS TERMOS POPULARES



                                            "Quintos dos Infernos"

                        Brasil, período colonial. Refere-se à cobrança de impostos pelo império português. O termo era dirigido aos cobradores de impostos, que ao exigir o quinto (5°) que correspondia a 20% da produção de ouro da colônia, ouviam algo como "vá buscar o quinto nos infernos". Ao passar dos tempos tomou a forma utilizada em que "nos" foi substituida por "dos" ou seja   "quintos dos infernos".



                                               "Conta de Padeiro"
                        
                         É um termo legado da Idade Média, quando o rei Henrique III, em 1266, assinou uma lei definindo o preço de pães e cervejas. A medida punia com multa e castigos em praça pública o comerciante que negociasse pães e cerveja fora das especificações ou peso.
                         Temendo punições, os padeiros ingleses passaram a entregar 13 pães para cada dúzia comprada. Em 1266, os ingleses compravam pão por dúzia e recebiam um pão de brinde, o que consagrou a dúzia de 13 unidades.



                                                " Lenda do Pão "

                  Conta a história portuguesa que, no ano de 1333, sob o reinado de dom Diniz, casado com dona Isabel, houve uma fome terrível. Para melhorar a situação, dona Isabel empenhou suas joias para poder comprar trigo de outras regiões e, assim, poder manter seu costume de distribuir pão aos pobres. Em um dos dias de distribuição, o rei apareceu inesperadamente. Com medo de ser censurada, ela escondeu os pães em seu regaço. O rei percebendo o gesto perguntou: "Que tendes em seu regaço?".
                             A rainha respondeu em voz trêmula: "São rosas, meu  senhor". O rei, não acreditando, pediu para vê-las. Isabel abriu os braços e, para surpresa de todos, cairam ao chão rosas frescas e perfumadas. O rei não se conteve e beijou as mãos da esposa enquanto, os pobres gritavam : " Milagre, milagre! ". Isabel foi canonizada e é a santa padroeira dos padeiros.



                                                  

quarta-feira, 28 de maio de 2014

PATRIOTISMO: SÓ EM ÉPOCA DE COPA?


                    Sou contrário à Copa no Brasil, por tudo o que a mídia divulgou: descaso com a saúde,segurança e educação.
                     Não sinto absolutamente nada pela seleção, que se ganhar ou com qualquer resultado inclusive título, não altera o meu patriotismo. Respeito,porém, e muito, a bandeira e o hino, o qual chega a emocionar-me ao ouvi-lo.
                     Como gremista, vou aos jogos do Grêmio,mas pela televisão não assisto, apenas ouço o hino nacional quando posso.
                      Ao ir aos jogos, o que envergonha é o desrespeito aos hinos do Brasil e do país visitante. Cantar o hino riograndense é mostrar o nosso amor ao estado, mas no momento certo, e não concomitantemente aos hinos nacionais entoados pelo som do estádio. Assim, mostramos não nosso orgulho de gaúchos, mas nossa péssima educação e desrespeito.
                       Já que a mídia tem tanto poder de persuasão, não poderiam fazer campanha para mudarmos a situação?


Guido Scalabrin.
                      

sábado, 19 de abril de 2014

VERGONHA

                       Como conseguimos chegar a esse ponto,ter que criar uma lei para uma educação familiar básica? O que levou adultos mostrarem às crianças o que não se deve fazer, pois toda criança aprende observando o que os mais velhos fazem, aprendem pelo exemplo.

                        O termo "sugismundo" surgiu há alguns anos para designar as pessoas que jogavam lixo na rua, mas o tempo passou e foi esquecida e a situação piorou.

                         Entre os textos que escrevi, há um que fala exatamante sobre outro jeito da criança aprender. Sabe-se que se as famílias colocassem em prática poderíamos melhorar muito o futuro das crianças na educação básica.

                         Gostaria de acreditar que a lei agora em vigor venha ajudar na solução, mas vai ser difícil colocá-la em prática em toda cidade. Torcerei para que de certo ou pelo menos que ajude a melhorar. Nós somos responsáveis pelo mundo em que vivemos.
                         
                          Guido Scalabrin