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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
MUDANÇA NA ORTOGRAFIA ?
Há um projeto de simplificação da ortografia da língua portuguesa no Brasil tramitando no Senado, em que se passa a escrever conforme se fala. Não conheço o projeto, mas se for simples, sem limites e regras claras, torna-se mais complicado do que usamos hoje.
Não sei de quem é o projeto e o que levou a colocá-lo para aprovação no Senado, mas não acredito que ajudaria na educação, a não ser que seja para diminuir o analfabetísmo brasileiro com estatísticas educacionais.
Guido Scalabrin.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
IMPUNIDADE E FALTA DE LIMITES CUJO INÍCIO VEM DA MÁ-EDUCAÇÃO QUE VIROU MODA !
Sempre gostei de assistir a jogos no estádio, assim, acompanho as mudanças ano após ano no comportamento das torcidas, como por exemplo o desrespeito aos hinos (já relatei em texto no blog).
Ultimalmente a polêmica é o racismo nos estádios, como ocorreu na última 5ª feira e domingo no jogo do Grêmio.
Por ser a minoria da torcida que pratica o racismo nos estádios, uma sugestão seria a união de jogadores e a maioria dos torcedores que abafariam os que ainda não estão conscientes no respeito as diferenças, com vaias no momento em que algum torcedor praticar o racismo.
A mídia ajudaria muito se não divulgasse tanto o ato de racismo, pois acredito que alguns o fazem para aparecer porque sabem que não acontece punições severas.
Convivência exige respeito, senão há o caos.
Guido Scalabrin.
Ultimalmente a polêmica é o racismo nos estádios, como ocorreu na última 5ª feira e domingo no jogo do Grêmio.
Por ser a minoria da torcida que pratica o racismo nos estádios, uma sugestão seria a união de jogadores e a maioria dos torcedores que abafariam os que ainda não estão conscientes no respeito as diferenças, com vaias no momento em que algum torcedor praticar o racismo.
A mídia ajudaria muito se não divulgasse tanto o ato de racismo, pois acredito que alguns o fazem para aparecer porque sabem que não acontece punições severas.
Convivência exige respeito, senão há o caos.
Guido Scalabrin.
domingo, 3 de agosto de 2014
A PESCARIA
"Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago.
A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia peixe exausto da água.
Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada.
O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite...
Ainda faltavam quase duas horas para a abetura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo, filho!
- Mas, papai, reclamou o menino.
Vai aparecer outro, insistiu o pai.
Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações à vista.
Voltou novamente o olhar para o pai.
Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável.
Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele.
Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido.
O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.
Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
Porém, sempre vê o mesmo peixe todas as vezes que depara com uma questão ética.
Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.
Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa.
A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando.
Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA."
segunda-feira, 28 de julho de 2014
O FURO NO BARCO
Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.
Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um fazamento e decidiu consertá-lo.
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque.
O pintor ficou surpreso: O senhor já me pagou pela pintura do barco! - disse ele.Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco. Ah!, mas foi um serviço tão pequeno...Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
Meu caro amigo, você não compreende. Deixei-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria.
Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagina meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos.
Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida dos meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa ação.
Não importa para quem, quando ou de que maneira, mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.
(Autor desconhecido)
sexta-feira, 27 de junho de 2014
LEI MENINO BERNARDO ( Lei da Palmada )
É certo que não existe uma regra única na educação dos filhos e que em certas famílias nem regra existe.
O melhor seria não haver a palmadinha como era comum antigamente ( e pouco usada nos dias de hoje ), pois com uma boa conversa e diálogo pode-se educar, mas, quando necessário, a palmadinha ajuda na correção.
O problema está no uso da brutalidade, da agressão, enfim dos maus-tratos que acabam por traumatizar a criança e prejudicá-la no seu futuro, mas para isso já existem leis suficientes para que a justiça faça as punições devidas, tanto para os pais como para qualquer adulto que maltrate crianças.
A Lei Menino Bernardo extinguindo a palmada é uma intromissão nas famílias que a usam quando necessária na educação de seus filhos. Nos dias de hoje já é grande a dificuldade em educar os filhos devido a preocupação com drogas e segurança diária dos filhos, além de tudo que a tecnologia proporciona criando armadilhas na inocência delas.
O que leva os políticos a deixarem projetos de extrema necessidade parados, sem discussão e votação para preocuparem-se com projetos que nem deveriam entrar em análise?
Guido Scalabrin.
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