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terça-feira, 31 de março de 2015
MAIORIDADE AOS 16 ANOS ?
Não acredito que diminuindo a idade seja a solução, pois o problema não está na idade, ou será que depois vão baixar para 15 anos?
O que falta é uma verdadeira correção nos valores. De que forma? Com estudo,preparação para o mercado de trabalho e lazer(prática de esporte) no mesmo local e com duração de no mínimo 4 anos, por exemplo. Assim, teriam ao saírem,colocação garantida no mercado de trabalho, um caminho a seguir, pois com uma formação haveria melhor chances de se adaptarem à sociedade.
Preparar para o mercado de trabalho com cursos de formação: padeiro, empacotador, cabelereiro, manicure, digitadores, e cursos básicos de línguas, etc.
É claro que os jovens mais rebeldes, os casos mais graves, devem ser separados dos demais, para um melhor trabalho e controle, e consequentemente um maior tempo de correção.
Caso a maioridade seja aos 16 anos, quando um jovem cometer um delito e for colocado num presídio, junto aos demais presos, que tipo de reforma no caráter terá? Muito provavelmente não terá assistência necessária para reverter ou reconhecer o que o levou para este local e não terá como modificar seu comportamento, para ser novamente integrado à sociedade.
Portanto, deve-se repensar as medidas socioeducativas aplicadas aos jovens e não baixar para 16 anos a maioridade penal.
Guido J. Scalabrin
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Carnaval e Páscoa
Como se
calcula a data do carnaval e da Páscoa?
O carnaval é uma data móvel definida a partir da Páscoa, que é a
celebração mais importante do calendário cristão. E, para se chegar á Páscoa, é
preciso seguir estes passos:
1º) Encontre
a primeira lua cheia após o equinócio de outono – 21 de março.
Em 2015, a próxima lua cheia é 04 de abril.
2º)
Localize o primeiro domingo após a lua cheia – está é a data da Páscoa.
Em 2015, será 05/4 domingo de
Páscoa.
3º
) A Semana Santa inicia na segunda-feira
antes do domingo de Páscoa.
Em 2015, será 30/3 (2ª feira) o início da Semana Santa.
4º
) Conte 40 dias para trás a partir do
dia 29/3 e será 18 de fevereiro, Quarta-Feira de Cinzas, e a terça anterior é o
feriado de carnaval.
Bagunça Tóxica
Ao serem divulgados os resultados
das primeiras provas do Enem, um grande grupo educacional encomendou uma
pesquisa com os alunos das dez melhores escolas do Brasil. Pois não é que eram todas
bem parecidas? Chamava a atenção o fato de serem serem muito rígidas na disciplina. Ou seja,
nada de bagunça. E entre as instituições públicas, com sua disciplina severa,
os colégios militares têm ótimo desempenho.
Viajando por outras terras,
consideremos a França, a Alemanha e a Inglaterra. De lá vieram e ainda vêm as
mais abundantes colheitas de artistas, filósofos, cientistas, empresários e
estadistas. Historicamente, suas escolas
sempre foram extraordinariamente rígidas, chegando até a umas varadinhas aqui e
umas reguadas acolá.
Em maio de 1968, os universitários parisienses se rebelaram contra o atraso da universidade, promovendo um evento que teve espantosa visibilidade mundial. Barricadas na rua, paralelepípedos voando pelos ares, choques retumbantes com a polícia! Ecoava o slogan mais poderoso: "É proibido proibir".
Em maio de 1968, os universitários parisienses se rebelaram contra o atraso da universidade, promovendo um evento que teve espantosa visibilidade mundial. Barricadas na rua, paralelepípedos voando pelos ares, choques retumbantes com a polícia! Ecoava o slogan mais poderoso: "É proibido proibir".
As consequências
do Maio de 68 varreram o mundo e remoldaram a alma da escola. Muitos
manifestantes viraram professores, sentindo-se pouco confortáveis com sua autoridade.
A epidemia do "proibido
proibir" contaminou a América Latina. Em um dos seus primeiros discursos, depois de
presidente, Sarkozy chama atenção para a
lastimável erosão da autoridade do
professor, com suas raízes em 68.
O filósofo Luc Ferry, em entrevistas, também relembra que houve uma queda vertiginosa na disciplina escolar, resultante de professores inapetentes por manter a ordem na sala de aula. Antes de tudo, porque desgastaram-se as regras de disciplina, claras e compartilhadas.
Não é preciso muito esforço para verificar a onipresença de problemas de indisciplina nas nossas escolas. Nem falamos de alunos agredindo professores; há uma incapacidade generalizada para impedir a bagunça nas aulas, sobretudo nas escolas públicas, devido à perda da autonomia do professor.
O filósofo Luc Ferry, em entrevistas, também relembra que houve uma queda vertiginosa na disciplina escolar, resultante de professores inapetentes por manter a ordem na sala de aula. Antes de tudo, porque desgastaram-se as regras de disciplina, claras e compartilhadas.
Não é preciso muito esforço para verificar a onipresença de problemas de indisciplina nas nossas escolas. Nem falamos de alunos agredindo professores; há uma incapacidade generalizada para impedir a bagunça nas aulas, sobretudo nas escolas públicas, devido à perda da autonomia do professor.
Mas que consequências teria essa incapacidade
da escola para manter a ordem? O
professor James Ito-Adler fez uma pesquisa etnográfica — entrevistando uma
amostra de alunos. Nela surge uma descoberta surpreendente. Quando perguntou
aos alunos o que mais atrapalhava o seu aprendizado, a resposta foi enfática: a
bagunça dos outros! São os próprios
estudantes que têm necessidade de uma
disciplina careta. Não é lamento de
professor saudosista. Ou seja, os próprios alunos admitem que conversas e
turbulência na sala de aula atrapalham os estudos. Resultados espúrios? Não parece, pois pesquisas nos Estados Unidos
e na França sugerem que lá ocorre o mesmo. A bagunça é tóxica.
A ideia de que a escola não pode
tolher a liberdade dos alunos é falsa. Embora possamos conduzir a discussão de forma
mais sofisticada, vale a pena repetir o princípio de que a minha liberdade
acaba onde começa a liberdade de outrem. No caso, a liberdade dos colegas para
estudar e aprender.
(Cláudio de Moura Castro, Bagunça Tóxica. Texto adaptado.)
Professor do século XXI
A
chamada "geração Y" – os nascidos na década de 1980 até meados dos
anos 1990 – é a primeira geração que não precisou aprender com lidar com
equipamentos eletrônicos e em pouco tempo de vida presenciou os maiores avanços
na tecnologia. Ao chegar ao mercado de
trabalho, esses profissionais foram considerados inovadores e empreendedores.
Mas, o que acontece quando eles escolhem
ser professores? Engana-se quem pensa que, por terem tanta familiaridade com o
uso de recursos tecnológicos, eles sejam seus entusiastas. Muito pelo contrário:
consideram a tecnologia algo natural, mas não veem sentido em usá-la em sala de
aula sem um claro propósito. Na forma de perceber o processo educacional, entretanto,
eles promovem uma revolução silenciosa: são abertos ao diálogo, buscam soluções
criativas, gostam de realizar pesquisas e inventam jogos em busca de algo muito
simples: o prazer de ensinar e a paixão pelo conhecimento.
"A escola tem mudado. Claro que
as instituições têm certa permanência – não só a escola, como também a Justiça,
a Igreja etc. Mas esse discurso de que a escola não evolui vem desde a década
de 20, do século passado, e é falso", afirma Paulo Gileno Cysneiros,
professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que – nas últimas três
décadas – tem se dedicado ao ensino e a pesquisa em tecnologias da informação e
comunicação na educação.
Para Paulo, o uso das tecnologias tem
o potencial de modificar os modos de pensar, de ensinar e de aprender, e até
mesmo de ver o mundo. Mas a verdadeira mudança que vem ocorrendo deve-se,
sobretudo, à capacidade criativa do professor. Ou seja, não é a tecnologia em si que esta trazendo
as inovações para a sala de aula, mas os jovens professores que entendem como
natural o fato de que o conhecimento está disperso, pulverizado no mundo, nas
redes sociais, na Internet. E assumem, sem problemas, o papel de guiar e
estimular os alunos a encontrarem por eles mesmos o que desejam.
Uma mudança de comportamento entre
os jovens que iniciaram suas carreiras profissionais nos últimos anos é a busca
de satisfação pessoal no trabalho. Para eles, dever e prazer devem estar
associados. Com os professores, a atitude não é diferente. Em uma pesquisa da
Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada há três anos com 200
jovens de São Paulo nascidos entre 1980 e 1993, 99% dos entrevistados disseram
que só se mantêm envolvidos em atividades de que gostam. Além disso, no
levantamento feito por Ana Costa, Miriam Korn e Carlos Honorato, 96% afirmaram
que consideram que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Para a
pergunta "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta
"equilibrado entre vida
profissional e pessoal" alcançou o primeiro lugar, seguida bem de perto
por "fazer o que gosta e dá prazer".
O magistério sempre foi uma opção
que envolve boas doses de idealismo e paixão, mas cresce a tendência entre os jovens de incluir
no "gostar de ensinar" a ideia de diversão propriamente dita.
Brincadeiras, jogos, campeonatos cada vez mais entram no rol de atividades
propostas mesmo aos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.
Para Paulo Gileno Cysneiros, a visão
crítica do uso desses recursos na educação é positiva. "Por não terem, de
certo modo, uma história, as novas tecnologias provocam de forma geral um
efeito emocional receptivo. Em outras vezes, elas provocam medo. Por isso mesmo
e preciso olhar com cuidado. O professor
deve sempre experimentar e adaptar a máquina à sua realidade."
Revista Educação
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
MENSAGEM PARA O ANO NOVO !
Esta é sua vida, por isso não se contente com uma imitação barata.
Viva cada momento dela com substância.
A vida é preciosa demais para desperdiçar nem um pouco dela com
lixo sem sentido.
Dê o seu tempo, sua atenção, seus esforços e sua energia para o que realmente importa.
Se algo não lhe diz respeito, se algo realmente não importa, então deixe-o ir.
Existem apenas algumas horas neste dia.
Escolha passar cada uma dessas horas a serviço do que realmente importa.
Suas prioridades são baseadas não no que você diz ou pretende, mas sobre o que você realmente faz com o seu tempo.
Escolha prioridades significativas para gastar seu tempo de modo significativo, positivo.
Viva cada momento dela com substância.
A vida é preciosa demais para desperdiçar nem um pouco dela com
lixo sem sentido.
Dê o seu tempo, sua atenção, seus esforços e sua energia para o que realmente importa.
Se algo não lhe diz respeito, se algo realmente não importa, então deixe-o ir.
Existem apenas algumas horas neste dia.
Escolha passar cada uma dessas horas a serviço do que realmente importa.
Suas prioridades são baseadas não no que você diz ou pretende, mas sobre o que você realmente faz com o seu tempo.
Escolha prioridades significativas para gastar seu tempo de modo significativo, positivo.
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